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domingo, 14 de novembro de 2010

Xô, mau agouro!

Sei que esse post ficou grande, mas vale muito ser lido. 
Já fui viciadíssima no orkut.
Hoje em dia, não mais. O meu blog está dentro das minhas prioridades e prazeres internéticos, ganha de 1.000 X 0 para qualquer outra mania ou rede social.
Já fiz parte de comunidades, assiduamente. Participei de orkontro... brincava com todos, procurava ajudar quando necessário, era a boa praça da turma! Já tive festa de aniversário em local público, onde até quem eu não conhecia, cantou parabéns para mim! rsrs... Tenho amigos efetivos, conquistados das formas mais enusitadas, porque sempre procurei semear boas energias por onde passo.
Voltando ao orkut, sei que a maioria das pessoas adicionam comunidades de forma aleatória, algo que identifica com a sua personalidade ou quer que os outros vejam ou pensem que faz parte da sua vida. Mesmo que muitas vezes nunca tenham entrado em algumas de suas comunidades, lá estão!
Eu, por exemplo, ao longo desse tempo "orkuteando", adicionei muitas, exclui tantas!!! A única comunidade que não me desfaço é: "bom humor é afrodisíaco!"
É a mais pura verdade; bom humor é afrodisíaco, balsâmico, elo de ligação... bom humor é tudibom!
Uma pessoa bem humorada, consegue resplandecer, se destaca lindamente no que for. Não falo de sadismo, nem ironia maldosa (afff... detesto!), refiro-me ao humor inteligente, gentil, espirituoso, sutil.
O bem humorado tem um "quê" que encanta, que atrai para si os melhores olhares. Bom humor sempre fez parte dos meus critérios de busca num relacionamento amoroso ou amizades.
Pessoas negativas, baixo astral, que sempre se maldizem e nunca possuem olhares e palavras positivas, dissipam uma energia deletérea, capaz de impregnar todo o ambiente em que convivem. Contaminam, literalmente, tudo o que está ao seu redor. Agindo assim, acabam afastando todos que possuem energia boa, oposta a sua (lembram que costumo repetir que seres semelhantes se atraem?)
Tem dias que também acordo "borocoxô", mal humorada, amargurada, chateada mesmo... mas procuro não ruminar sentimentos destrutivos. Fico então quietinha, sozinha (para não compartilhar o que é ruim com ninguém), trabalhando o meu psicológico para que essa onda negra passe. E passa!!!
O que fazer na convivência com pessoas destrutivas? Brigar, tentar modificá-las a qualquer custo? De jeito nenhum! Pode até parecer egoísmo, mas sabe o conselho que dou se for questionada sobre isso? TENTE AJUDAR DE DIVERSAS MANEIRAS E SE NADA ADIANTAR, AFASTE-SE!!! Por quê?? Porque cada um só ouve o que quer e quando quer. Cito o meu exemplo: passei anos ouvindo o mesmo conselho e só aprendi (na pele) quando amadureci, quis e bem entendi.
Bater numa tecla "desativada", só é perda de energia.
Vamos pensar juntos se vale a pena contaminar-se com o mal humor alheio: primeiro, todos nós temos problemas. Acho injusto medir o quanto maior é o "meu" ou o "seu" problema, pois acredito que somente nós sabemos a medida do que suportamos. Logo, um problema que para mim pode ser monstruoso, para o outro pode ser relevante e assim sucessivamente.
Só hoje vejo que não existe problema sem solução. Pode existir problema que não tenha a solução que VOCÊ QUER, que não vai seguir a direção dos seus sonhos e planos. Nesse caso, fazer o quê? DANCE CONFORME A MÚSICA, BEM FELIZ! Fazer birra não vai mudar o rumo das coisas, ao contrário, vai tornar mais difícil sua jornada, ou desviar sua visão para algum aprendizado que necessite adquirir. Siga a sua vida, poxaaa... Sem lamentos!
Segundo, se a vida não é nenhum parque de diversões para ninguém, vamos tentar torná-la o mais agradável possível para viver bem, dignamente. Não adianta ficar se torturando, procurando sempre pontos negativos ou insolucionáveis das coisas. Não queira sentir prazer em ser sofredor, pobre coitado, em despertar olhares de piedade... isso é feio demais!
Terceiro, se tentou ajudar o ser humano negativo, ele não quer se auxiliar e muito menos quer o seu auxílio, você corre o sério risco de acabar impregnado da tal energia "down". Talvez essa pessoa precise aprender com o seu afastamento.
Conjugo bastante o verbo doar. Sinto um prazer enorme em ser assim. Mas aprendi que não podemos abrir as mãos (digo o coração) do outro para que este queira receber o que tenho de bom a ofertar. Passo então a bondade adiante, oras!
Não posso me dar ao luxo de perder tempo com quem quer simplesmente ver o tempo perder-se, passar sem aprendizado, sem sentido, penalizado consigo.
Vamos sim, sorrir para a vida, sorrir da vida, sorrir com a vida.
Bom humor faz um bem inenarrável, para você e para os outros que o cercam.
Fica a dica: tudo aquilo que emanamos no universo, recebemos como resposta. Semeie energias salutares e colha-as!!!!

VOLTE SEMPRE!!!!
 
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